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26/12/2012

Dicas de higiene íntima feminina

Amigas, achei essa matéria interessante no site da revista Epóca e resolvi compartilhar com vocês. Muitas de nós sabemos o quanto é importante a higiene pessoal, ainda mais a íntima; e informação nunca é demais não é mesmo? Bj
















- Como saber se a secreção vaginal é normal ou indica algum problema?

A vagina produz secreção natural em pequena quantidade, clara e líquida. É normal e geralmente não indica problema de saúde. Se adquirir odor forte e diferente do usual, coloração amarela ou esverdeada, pode indicar infecção, e a mulher deve procurar o ginecologista.

- Como fazer a higiene íntima fora de casa?

O protetor diário pode ajudar prolongando a sensação de limpeza. Ele absorve a umidade natural, a transpiração e possíveis secreções. Deve ser trocado 3 vezes por dia ou sempre que a mulher sentir necessidade. Outra dica é utilizar lenços umedecidos após ir ao banheiro.

- A depilação contribui de alguma forma para a higiene íntima?

O excesso de pelos provoca o acúmulo de secreções, por isso o recomendado é cortá-los, deixando-os com meio centímetro de comprimento. Para mulheres com peles muito sensíveis não é recomendado retirar totalmente o pelo, porque o atrito direto entre a calcinha e a pele pode provocar irritações.

- É recomendável dormir com absorvente interno?

O absorvente interno pode ser usado durante a noite, inclusive para dormir. Só é preciso respeitar o prazo de oito horas, tempo máximo de permanência do produto no corpo. Ele é seguro e não sai do lugar.
- Existe o risco de o absorvente interno desfazer ou se perder no corpo?

O processo de fabricação utiliza tiras de fibras enroladas, prensadas e firmemente interligadas, o que impossibilita que ele se desfaça mesmo quando estiver molhado. Também tem uma cobertura resistente que evita que ele desfie. É impossível que ele se perca pois a abertura do útero, a única possível porta de entrada do OB para o resto do organismo, é muito menor que o absorvente. Além disso, músculos vaginais mantêm o OB no lugar certo.

- O absorvente interno precisa ser trocado cada vez que se vai ao banheiro?

Não. A vagina, a uretra e o reto são órgãos independentes, cada qual com o seu orifício. Portanto, não precisa ser trocado.

- Como fazer a higiene no banho?

Lavar muito a vagina pode descamar a pele, deixá-la vulnerável a doenças, alterar o PH natural. Lembre-se de abrir a vulva e checar o interior dos lábios, onde fica acumulada sujeira. Água basta para limpar, não é preciso usar sabonetes líquidos íntimos. Dormir sem calcinha também é ótimo para que a genitália respire.

*Fontes: Carolina Ambrogini, Paulo Cesar Giraldo, Gerson Lopes./ Site da Revista Época

29/07/2012

Problemas masculinos (saúde)

Se nós, mulheres, nos queixamos que somos pré-dispostas a termos mais "problemas" de saúde do que os homens, saibam que eles também sofrem de probleminhas bastante comuns. Confiram na matéria abaixo:

Fimose

De acordo com o médico especializado em Andrologia, Carlos Augusto Cruz de Araújo, fimose é quando o homem não consegue expor a glande do pênis durante a ereção. Em alguns casos, pode chegar a machucar quando estiver ereto, além de dificultar a higienização.

Apesar de ser mais freqüente em crianças de 3 a 4 anos, adultos também podem ter. A correção é feita por meio da postectomia, ou seja, um procedimento cirúrgico que retira o prepúcio localizado sobre a glande. Os adultos, geralmente, são submetidos à anestesia local, enquanto os garotos à geral.


Peyronie

Peyronie é uma doença que provoca uma tortuosidade no pênis e, em alguns casos, dificulta ou inviabiliza a relação sexual. "Peyronie é uma fibrose, ou seja, uma calcificação por trauma, que pode ocorrer na relação sexual, em ereções noturnas ou quando o pênis sai da vagina", explica Carlos Augusto Cruz de Araújo, médico especializado em Andrologia.

O primeiro sintoma é o surgimento de um caroço que pode ser percebido embaixo da pele do pênis. A cabeça do pênis pode ficar frouxa durante a ereção, que chega a doer em alguns homens. E com o tempo, a tendência é piorar.

Há solução para a patologia. "O tratamento é realizado com medicamentos e, em estágios avançados, com cirurgia", afirma Araújo. Entretanto, o especialista alerta que o problema pode voltar.



Ejaculação precoce

A ejaculação precoce, atualmente chamada de ejaculação rápida, não se mede pelo tempo médio de duração da relação sexual, mas sim pela satisfação e prazer do casal. "A ejaculação precoce é quando o homem ejacula em um tempo menor do que o esperado pela parceira e, às vezes, acontece antes da penetração. Pode levar menos de dois minutos", define Nelson Gattas, chefe da equipe de urologia do Hospital Edmundo Vasconcelos.

"Não há causa orgânica para o problema, que é de fundo psicogênico. Portanto eu sugiro dois caminhos: diminuir a ansiedade por si ou buscar ajuda psicológica", diz o especialista. Muitos pacientes procuram urologistas porque desejam acabar logo com o "mal". Entretanto, o tratamento é feito à longo prazo com psicoterapia focada na sexualidade, mas o importante é que há cura total. "Geralmente, os homens me procuram pois querem curar o efeito e não a causa da ejaculação precoce", explica Gattas.

Alguns médicos, porém, prescrevem ansiolíticos ou antidepressivos para ajudar a prolongar a relação sexual. Mas a psicóloga e terapeuta sexual Claudya Toledo alerta que o homem pode ficar tão calmo a ponto de perder o apetite sexual.

A psicóloga Suely Vicino Abud aponta algumas possíveis causas, como aspectos emocionais e ansiedade de performance. Embora a ejaculação precoce seja detectada em homens de qualquer idade, os jovens são os que mais se queixam porque eles apresentam maior grau de ansiedade e dificuldade de controle.

Um dos grandes erros do ejaculador rápido é manter o corpo tenso demais. "A ejaculação precoce é um alívio de tensões", diz Claudya. A mulher, contudo, às vezes contribui com o problema. "Quando a relação do casal não vai bem, a mulher quer se ver livre daquela situação e acaba apressando a ejaculação", afirma.

"A predisposição do paciente ao tratamento interfere diretamente no sucesso dele", esclarece Claudya Toledo. A terapeuta trabalha com os homens que sofrem de ejaculação precoce utilizando o Tantra, que é uma filosofia oriental de relacionamento entre homem e mulher. "Pela visão do Tantra, é necessário separar o orgasmo da ejaculação, que é a liberação do sêmen", explica Claudya.

A terapeuta ensina o homem a controlar simultaneamente a parte respiratória, física e emocional. "O homem deve buscar o autoconhecimento e controle do corpo para proporcionar à mulher estado de prazer e êxtase", afirma a especialista.


Impotência sexual

A impotência sexual ou disfunção erétil (DE), de acordo com o urologista Samuel Saiovici, consiste na dificuldade de manter a ereção para uma relação sexual.

É claro que os parâmetros mudam de acordo com a faixa etária. Homens com mais de 40 anos estão mais propensos à disfunção, por conta da queda da produção de hormônios, principalmente da testosterona. "É normal um rapaz de 16 ou 18 anos ter perda de ereção pelo estresse da ansiedade. Isso não sinaliza que ele será impotente. É apenas uma circunstância", explica o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual, Mário Dantas.

Alguns sintomas servem de sinais e devem ser observados, tais como: dificuldade de conseguir ou manter a ereção, ereções mais difíceis pela manhã, atingir o orgasmo ou ejacular rapidamente, entre outros.

Quando os indicadores de uma provável disfunção ocorrem freqüentemente é fundamental procurar ajuda médica. A disfunção erétil possui duas causas principais: as psicológicas e as orgânicas.

As orgânicas estão relacionadas, exclusivamente, às condições físicas do indivíduo. Segundo Mário Dantas, alguns fatores são apontados como causadores, como a irrigação sangüínea deficiente no pênis por problemas vasculares, a obesidade, a diabetes e o colesterol. Além disso, certos comportamentos de risco também podem contribuir com a impotência sexual, como o consumo de álcool, drogas, cigarros e até medicamentos.

As causas de fundo psicológico são responsáveis por levar até mesmo jovens a desenvolver o problema. "Quando o homem se sente impotente diante de uma situação, ele somatiza e traz esta impotência ao corpo", afirma a psicóloga e terapeuta de casais Eliete de Medeiros.

Eliete diz que é necessário tratar o foco do problema emocional, pois somente assim o tratamento será eficaz. "Primeiro devemos investigar para identificarmos a causa da impotência sexual, diagnosticar o sofrimento psicológico que se reflete no físico. Daí, precisamos trazer a causa de fundo emocional para a consciência dele", explica a psicóloga.

E se a DE for originada por causas orgânicas, o tratamento pode ser por meio de medicamentos orais, por injeções no próprio pênis ou por procedimento cirúrgico. "Os remédios, a exemplo do Viagra, são indicados para quem tem a libido mas enfrenta dificuldade de ereção", afirma Samuel Saiovici.

Já se o caso for mais grave, uma boa saída é o implante de próteses, que podem ser maleáveis ou infláveis. As primeiras são feitas de silicone e possuem uma haste metálica no seu interior, enquanto as infláveis são acionadas por uma espécie de bomba com mecanismo hidráulico. Ambas são colocadas no pênis só com cirurgia.

Seja a disfunção erétil moderada ou avançada, ela pode ser completamente revertida. A DE tem cura sim, só depende do amadurecimento emocional do paciente", finaliza o urologista Mario Dantas.

Fonte: www.terra.com.br

15/05/2012

Fratura Peniana - Quando acontece?

Esses dias escutei uma conversa em tom de brincadeira a respeito de fratura peniana e resolvi pesquisar.
Uns dizem que é comum acontecer nas relações sexuais (sexo selvagem) principalmente quando a mulher está por cima. Eu, particularmente nunca tinha ouvido falar desse tipo de desastre.

Mas especialistas dizem que isso não é muito comum, precisa acontecer um "tranco" muito forte.
A fratura peniana ocorre quando há o dobramento do pênis (ai que medo!) e rompimento da túnica albugínea, responsável pela ereção. É estranho imaginar a fratura de um pênis...





O que é?


A fratura de pênis é o rompimento dos corpos cavernosos conseqüente a um trauma durante a ereção. É um acidente raro.


Quando e como ocorre?


A fratura peniana ocorre quando uma força externa é aplicada sobre os corpos cavernosos durante a ereção. Nesse período, as camadas (túnica albugínea) que envolvem os corpos cavernosos perdem sua elasticidade e ficam mais finas. A grande pressão interna dos corpos cavernosos, quando encontra uma força externa, faz com que haja uma ruptura da túnica albugínea geralmente transversal.

Vários mecanismos causando a fratura peniana são citados na literatura. 

O mais comum é no coito vaginal, quando o pênis escapa do interior da vagina, chocando-se contra o períneo ou contra a sínfise púbica (osso). Os corpos cavernosos tendem a se curvar de uma maneira extrema com conseqüente fratura.
Outro mecanismo descrito como causa de ocorrência de fratura, também durante relações sexuais, é quando a mulher fica na posição “por cima”.
A tentativa de desfazer a ereção com a mão, curvando o pênis para baixo, já foi descrito como possível causa de fratura do pênis.
A interrupção rápida e inesperada do ato sexual (por exemplo, por presença inoportuna de criança no quarto), também já foi relatada como causa de fratura peniana.

O rompimento dos corpos cavernosos pode ser mínimo, bem como pode envolver estruturas vizinhas, tais como o corpo esponjoso e a uretra.


Como se manifesta?


Quando ocorre a fratura, os pacientes relatam ouvir um “estalo” acompanhado de dor e perda da ereção. Há formação de hematoma com aumento e deformidade do pênis. Se a uretra foi atingida, dificuldade para urinar ou sangue na urina acompanham o quadro clínico.


Como se faz o diagnóstico?


A história do paciente e os achados de exame físico fazem facilmente o diagnóstico. Em alguns casos mais complexos, há necessidade de outras informações, tais como: 

a extensão da ruptura,
presença de envolvimento dos dois corpos cavernosos,
se a uretra foi atingida.

Nesses casos, exames radiológicos – cavernosografia, uretrocistografia – podem ser solicitados.


Como se trata?


O tratamento da fratura peniana foi controverso durante muito tempo. Alguns autores propunham tratamento conservador e não cirúrgico através de analgesia, antiinflamatórios, antibióticos, supressão da ereção e curativos compressivos.

Entretanto, era alta a ocorrência de complicações, tais como fibrose deformante do pênis, formação de abscessos, placas de corpos cavernosos. Atualmente, o tratamento cirúrgico é o mais utilizado, realizando-se: 

drenagem do hematoma,
controle da hemorragia,
sutura da ruptura dos corpos cavernosos e da uretra - quando esta ocorrer.

O tratamento conservador está indicado em fraturas pequenas com hematomas pequenos e rupturas mínimas de corpos cavernosos.


Qual é o prognóstico?


Quando tratada precocemente, a fratura peniana tem bom prognóstico. O tratamento conservador e o cirúrgico, quando indicados corretamente, fazem com que o pênis volte ao seu estado natural. Há casos em que o paciente fica constrangido com a situação, não procurando o médico. Nessas situações, pode haver aumento da hemorragia com conseqüente formação de um hematoma ainda maior, deformidades importantes do pênis, formação de abscesso, coleção anormal de urina extravasada da uretra, piorando o prognóstico.

A fratura pode causar impotência sexual (disfunção erétil). Se o tratamento for mal conduzido, pode ocorrer fibrose de corpos cavernosos com formação de placas no seu interior. O tecido erétil, portanto, é substituído por tecido não erétil, levando a uma incapacidade de se conseguir ereção.

Fonte: www.abcdasaude.com.br